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O Clima dos Oceanos





Cimeira Climática de Copenhaga: o futuro ácido dos oceanos

Desde a grande libertação de gás metano, há 55 milhões de anos atrás, que os oceanos não experienciavam um processo de acidificação tão rápido como actualmente. Esta conclusão faz parte de um estudo distribuído na cimeira climática de Copenhaga, pela União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN), associada às Nações Unidas.
O estudo “Acidificação dos Oceanos - os factos”, distribuído aos participantes das negociações sobre o clima, foi assinado por mais de 100 cientistas de mais de 27 instituições de pesquisa marinha europeias e expõe uma realidade alarmante: a acidificação dos mares cresceu em 30% desde o início da Revolução Industrial e, mantidos os índices actuais das emissões de CO2, a acidez dos oceanos pode aumentar em 120% até 2060, pondo em risco uma das maiores fontes de alimento do planeta.  



Oceanos: vítimas do aquecimento global  

 

A aceleração da acidificação dos oceanos é sustentada como uma consequência directa da absorção de níveis cada vez mais elevados de CO2. Para Dan Laffoley, editor-chefe do relatório e um dos directores do IUCN, o “processo de acidificação dos oceanos pode ser melhor descrito como o irmão gémeo maléfico do aquecimento global”.   
Dado que a acidificação dos oceanos é um evento mensurável e de fácil identificação, o estudo pretende desarmar os cépticos do aquecimento global e reforçar a importância dos oceanos no processo de negociações sobre clima.  
Os oceanos sempre foram responsáveis pela absorção de grande parte do CO2 existente na atmosfera. No entanto, o boom de emissões que tomou lugar nas últimas décadas e a absorção de quantidades excessivas deste elemento, estão não só a comprometer a capacidade dos oceanos de absorver CO2 no futuro, como também a contribuir para a decadência da biodiversidade marinha.    



Salvar os oceanos!   

 

Apesar das previsões catastróficas para a vida dos oceanos, consequentes do processo de acidificação acelerado actual, as práticas destrutivas de pesca e a sobrepesca continuam a ser reconhecidas como a maior ameaça à biodiversidade dos ecossistemas marinhos globais.   
Portugal é uma nação de pesca por excelência e está numa posição privilegiada para assumir liderança na preservação e exploração sustentável dos oceanos do Planeta. A Greenpeace está em Portugal a fazer campanha para que as grandes superfícies, responsáveis por 70% do peixe que se vende em Portugal, assumam um papel relevante na protecção dos oceanos. 

Fonte: Greenpeace



O cataclismo das reservas marinhas



Se queremos reservas, temos de actuar já!!!

Se queremos peixe amanhã, necessitamos de reservas marinhas hoje. Se queremos baleias amanhã, necessitamos de reservas marinhas já. Se queremos parar com a pesca de arrastão, necessitamos de reservas marinhas já. Para termos oceanos saudáveis -- Necessitamos de reservas marinhas já.
Existem provas científicas de que uma rede em larga escala de reservas marinhas é a chave para proteger as especies e os seus habitats. A sua criação pode inverter o declínio dos stocks de peixe e recuperar os nossos oceanos.

A Greenpeace tem como objectivo a definição de 40 por cento dos oceanos do planeta como zonas intactas. A criação destas áreas protegidas é fundamental para a sobrevivência de tubarões, atuns, baleias e outras espécies em vias de extinção no nosso planeta.

Assina a petição da Greenpeace e ajuda a convencer os governos e as Nações Unidas da necessidade de proteger os oceanos, através da criação de reservas marinhas.

Para assinares a petição clica aqui.

Uma boa forma de vida, é a ecologia..

fonte: Greenpeace Portugal


 
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